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domingo, 15 de maio de 2016

[Jogos] Warcraft: Orcs & Humans

Com a estreia do filme Warcraft se aproximando, nada mais justo do que vir aqui falar um pouco do jogo que vai ser adaptado neste. Então, apresento-lhes a Warcraft: Orcs & Humans, jogo que seria o início de uma das maiores franquias de jogos da história.


A era dos RTSs.

Apesar de surgirem em 1981 com Utopia, a década de 90 foi a grande explosão dos RTSs (Real Time Strategy, ou Estratégia em Tempo Real), jogos que seguem um modelo de  simulação de guerra na qual o foco é a construção de estruturas e unidades, utilizado de recursos adquiridos, para implementar uma base estratégica e com seu exército derrotar seus inimigos ou completar objetivos específicos.

Em 1994, a empresa Blizzard, que até o momento  havia lançado apenas 5 jogos, com destaque especial para The Lost Vikings, Blackthorne e  Rock n'Roll Racing, lança  Warcraft: Orcs & Humans, primeiro dos  hits que  elevaram o status da empresa, e um dos principais responsáveis pela explosão dos RTSs, junto do famoso Command & Conquer lançado um ano depois pela Westwood.

O jogo viria então ser  o arauto da vinda de Warcraft II: Tides of Darkness e Starcraft, jogos que definiriam a Blizzard por longos anos como  uma empresa quase totalmente focada nos RTSs.


Inovando em Jogabilidade.

Logo de cara, em Orcs & Humans temos essa divisão de raças, o que não quer dizer que uma ou outra esteja certa, temos um jogo no qual podemos jogar com uma das duas raças principais, e a equipe teve todo um trabalho para fazer com que ambos tenham estruturas e unidades com status semelhantes mas peculiaridades para cada raça tentando fazer um equilíbrio *que era quebrado com os demônios roubados nada equivalentes com os elementais de agua*.

O jogo, ao contrário a maioria de seus antecedentes onde muitas vezes produzir um tipo só de unidade era efetivo, forçava você a explorar diferentes formações de unidades, aproveitando-se do quase-balanço do jogo. E,também ao contrário da maioria dos seus antecessores, explorava diferentes tipos de missões, não apenas construir uma base do zero e enfrentar seu inimigo,  haviam missões de resgate e também missões onde sua base já era preestabelecida.

Depois de finalizado, o jogo ainda se mantinha interessante contando com multiplayer e editor de mapas que para época eram bem eficientes. O jogo também se mantinha interessante por que a Inteligência Artificial (AI) da máquina era muito boa, tornando as partidas  agradavelmente difíceis, sendo sempre um desafio. A AI não se resumia a ficar atacando sua base sempre que possível, ela  analisava sua base furtivamente e explorava suas fraquezas, fora o fato de sempre ter mais recursos.



O Início de um Grande  Épico.

Warcraft: Orcs & Humans marca o início de uma grande franquia que se desenvolveria por mais dois jogos RTS, cada um com respectivas expansões e depois ganharia  a continuação do seu universo no MMORPG (Massive Multiplayer Online Role Playing Game), World of Warcraft, que continua até hoje desenvolvendo a longa história do universo criado em 1994.

No jogo original nós somos apresentados inicialmente ao conceito de que há dois mundos, Azeroth onde inicialmente habitam os humanos e Draenor onde inicialmente habitam os orcs. Todo o foco do jogo é o desenvolvimento da Primeira Guerra, que consiste na invasão da Horda dos Orcs ao reino de Azerot dos humanos.

No meio tempo, é visto que que tudo ocorre devido a uma aliança entre o bruxo orc Gul'dan e o poderoso mago humano Medivh, corrompido pelo General Demoníaco Sargeras, que abrem um portal entre os dois mundo e, com Gul'dan tendo corrompido grande parte dos orcs, executam uma invasão com objetivo de dominar Azeroth destruindo os humanos.

Isso não ocorre completamente por que há conflitos internos na Horda, nem todos seguem Gul'dan, com destaque ao clã dos Lobos de Gelo, liderado por Durotan, figura importante na trama e amigo de Orgrimm Doomhammer, líder da horda após derrotar o antigo líder corrompido por Gul'dan, Blackhand.

Com vários conflitos menores ocorrendo, o fim do jogo nos mostra a Horda vencendo, mas parte dos humanos fugindo para a região de Lordaeron. Com isso, os bruxos iniciam seus estudos do portal negro. e temos uma abertura para o que está por vir na continuação.

Esse foi um grande resumo da história, especialmente pra não  ter spoilers dos cenários individuais que formam o grande cenário, e também por que alguns detalhes foram sendo corrigidos na história dos jogos subsequentes para que condizessem com a história que estaria por vir.


Conclusão.

Bem, o jogo é bem datado, mas não deixará nunca de ser um clássico e ter tido uma importância enorme na história dos jogos. Você não necessita nem jogar, mas se informar sobre este antes de jogar suas sequências é muito bom.

Vamos ver se o filme que está por vir se mantém fiel a esse clássico. Até agora, tudo mostrado nos trailers condiz fielmente com o jogo, e, mostra como a Blizzard sempre foi um passo à frente nos seus efeitos, bastando ver os cinematics de qualquer dos seus jogos que sempre foram incríveis para suas épocas de lançamento.

Até a próxima!

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sábado, 19 de março de 2016

[Jogos] Undertale - Simplicidade, Criatividade e Sucesso

Como podem ver, o blog passou por certas reformas e agora volto a postar, desta vez falando do jogo que, desde que lançou, vem chamando muito a atenção na internet e dividindo muito opiniões. Exploraremos as fórmulas de sucesso de Undertale.

Deixo logo claro que pretendo manter as postagens regulares nos sábados, fora os reviews/downloads semanais que estarão por vir (fiquem logo sabendo que estarei postando JoJo agora na spring season).



Bem-vindo ao mundo subterrâneo!

Em Undertale somos apresentados a um mundo dividido em duas raças, os humanos e os monstros. Após uma grande guerra, os monstros foram expulsos para o subterrâneo e  aprisionados com uma barreira mágica.

Já de cara notamos algo interessante, ao contrário das histórias convencionais, nesta os humanos são considerados muito mais fortes que os monstros, o motivo disso vem do fato das almas humanas serem muito mais poderosas e até manterem usa existência após a morte, o que não ocorre nos monstros, que logo se tornam poeira.

Para quebrar a barreira criada pelos humanos, deve ser juntada a força de sete almas humanas. Depois de vários anos, o Rei Asgore  conseguiu acumular 6 almas humanas e um humano caiu no subterrâneo, sendo esta a oportunidade de completar os requisitos pra livrar seu povo da sua longa prisão.

Esse humano é você.




A fórmula do sucesso.

Como qualquer jogo de menor peso, a busca de Undertale pelo sucesso veio daquilo que pode ser implementado através do esforço mesmo sem recursos. Muitos são os detalhes que tornam o jogo interessante, mas acho pertinente destacar os principais:

- História simples, mas interessante e bem detalhada:  O jogo pode até ser limitado a poucas horas, dificilmente você levaria mais de um dia para finalizar, e a sua história é já bem conhecida, um herói tentando fugir de um mundo desconhecido e perigoso, no entanto, o background é muito bem desenvolvido em simples diálogos e interações, as vezes um pequeno objeto encontrado numa parte do jogo faz você entender muitos detalhes a mais sobre outra parte, um grande quebra-cabeça formado pelas histórias dos personagens.

- Personagens carismáticos:  Mesmo com um tempo curto de jogo e com os personagens tendo um tempo ainda mais limitado a regiões específicas, você consegue criar um laço de amizade *ou ódio* com os personagens principais, e as vezes até com os secundários. Esqueletos piadistas, um robô apresentador de programa de televisão,  a nobre capitã da guarda real,  o justo, mas, infelizmente, inimigo Rei Asgore e muitos outros personagens tem personalidades bem fortes e específicas, alguns são clichês bem claros, outros são, na verdade, uma quebra enorme desses clichês, você se apega a eles e as escolhes de vida ou morte se tornam muito dificeis.

- Peso das escolhas de uma maneira simples:  Em Undertale, assim como muitos jogos atuais, as suas escolhas morais tem grande importância no decorrer do jogo e, principalmente no final, mas você não vai se deparar com várias perguntas com resultados dúbios ou coisas do tipo, as ações são simples e se resumem principalmente nas escolhas de enfrentar e/ou matar ou não algum inimigo, ou o quanto você insiste nas suas ações, nada em Undertale é exatamente muito difícil, mas as consequências de suas ações no decorrer da trama são  muito interessantes de se ver.

- Mecânica simples, mas criativa: Os combates no jogo se resumem a atacar acertando uma barra nos momentos certos ao estilo e alguns jogos oldschool e defender através de mini-games específicos de cada inimigo. SIM, cada inimigo é enfrentado de uma maneira diferente, e também possui ações diferentes que podem fazê-lo desistir da luta ou não. Todos esses mini-games são jogados com a sua alma, representada por um coração, e existem diferentes modos durante o decorrer do jogo.

- Inovando em conceitos que pareciam imutáveis: Acredito que uma das maiores características do jogo mais marcantes é o efeito que as ações de Salvar e Resetar o jogo tem. A maior habilidade do personagem principal é a Determinação, e está lhe dá a habilidade de Salvar e Resetar o jogo, mas estas ações  acontecem apenas no tempo atual....o jogo em si ocorre num sistema de linhas do tempo e mexer com o tempo pode ter certas influências no mundo!

- Ótima trilha sonora:  Considerando que o criador do jogo, Toby Fox, também é músico, isso era mais do que esperado. O jogo todo tem uma trilha sonora muito boa, e as músicas de batalhas de Boss são um espetáculo especial.

Por sinal, o canal de Youtube RichaadEB , lançou vários e vários covers versão Metal das músicas do jogo, isso até decidir fazer uma grande compilação e lançar um CD que foi oficializado por Toby Fox.



 O Pacifista e o Genocida.

Os efeitos das suas decisões morais  influenciam principalmente de três maneiras no jogo o que gera as três rotas principais, as quais possuem variações, mas com o mesmo método principal de obtenção.

- Rota Neutra: Para seguir a rota  neutra basta não alcançar nem os requisitos da Rota do Pacifista nem da Rota do Genocida, sua primeira vez jogando é obrigatoriamente ou a Rota Neutra ou o Genocídio já que um dos requerimentos pra Rota do Pacifista é ter finalizado o jogo ao menos uma vez.

Basicamente, ocorre quando você , mata alguns inimigos e não mata outros. É o final com mais variações dependendo muito de quem você matou, também é o mais fácil de conseguir, mas o menos desejado, normalmente.

- Rota do Pacifista: Após finalizar o jogo uma vez ao menos, você liberará  uma nova região no jogo e poderá seguir o caminho do pacifista se não matar absolutamente NENHUM inimigo. Algumas lutas tem saídas bem fáceis, outras necessitam detalhes bem específicos para poupar o inimigo ou fugir da luta.

O Verdadeiro final do Pacifista é considerado  o Final feliz do jogo. Caso você tenha antes alguma vez feito o genocídio, mesmo que resete o jogo, nunca alcançará o Verdadeiro, mas sim o Soulless Pacifist, com uma certa diferença, e não tão feliz.

- Rota do Genocida: O Genocídio requer que você mate todos os inimigos possíveis, isso inclui ficar esperando aparecerem inimigos até que em cada mapa não apareçam mais inimigos, o que pode ser um pouco chato e demorado. Nesse modo aparecerão alguns inimigos especiais e mais difíceis, incluíndo o mais difícil dos Bosses finais. A rota do Genocida tem consequências irreparáveis, por isso alguns preferem nem tentar fazer isso, especialmente pelos laços criados com os personagens.



Muita coisa escondida!

No jogo, há muitas salas e casas trancadas que podem ser liberadas em momentos específicos com ações específicas. Algumas dessas salas trazem informações da história, coisas curiosas, outras são simplesmente brincadeiras dos criadores e possuem referências a isso, outras ainda são simplesmente erros ou bizarrices disfarçadas de erros.

Existem coisas que só podem ser alcançadas alterando arquivos do jogo,algumas dessas não se sabem se são propositais ou vestígios da época de produção do jogo...mas se sabe que, se o jogo for alterado, no final você recebe uma mensagem dizendo que o jogo sabia que você fez aquilo!


Controvérsia.

Apesar de todas essas qualidades citadas, existe quem não goste do jogo. Parte disso se deve ao fato de que todos tem gostos diferentes.... mas a maior parte com certeza se deve ao fandom do jogo.

O Fandom de Undertale, no mundo dos jogos, é o que o Fandom de JoJo é no mundo dos animes. Existem pessoas legais, mas também existem MUITAS pessoas com as quais nem vale a pena discutir.



Avaliação final


Tentei resumir tudo que pude sem dar spoilers, e, resumindo mais ainda.... Simplesmente, jogue. Eu gostei, achei um jogo que valeu as horas de esforço, foi gratificante, e me interessou muito.

Crie sua opinião, e jogue sem objetivos já prontos, veja o que sua real moral te faria no jogo, é bem legal isso.


Aqui fica o link de download, e, a seguir, uma galeria de uma artista que achei muito legal, ele fez ilustrações para cada batalha de Boss no jogo.

Jogo: https://mega.nz/#!EtlEgJiZ!s-aJk61oFtxcx5v1rYKXWU4IR5K4R-E1kn1MOINeFIQ
Galeria: http://imgur.com/a/uWXiS


Até a próxima postagem!
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sábado, 7 de novembro de 2015

#1111 - Warcraft - Trailer e Análise

Postagem de número 1111, ou 15 para os entendidos em binarismos, e venho aqui falar sobre o trailer que lançou ontem do tão aguardado filme de Warcraft.

Em meio a uma grande guerra de adaptações de HQs com ótimos grandes títulos anunciados para ano que vem e brigando com muitos teasers, trailers, posters e semelhantes, a Blizzard e a Legendary esperaram uma época um pouco mais calma pra mostrar seu trailer que foi mais do que satisfatório.

Warcraft - Trailer



Vamos analisar.


Diferente do trailer exibido na Comic Con, que vazou, mas rapidamente foi retirado do ar, que era focado na história dos Orcs, este trailer mostra exatamente o clima do que se espera pro filme, uma dualidade de visão entre Orcs e Humanos. Não há lado certo ou errado, ambas as partes tem aqueles que buscam a paz e aqueles que buscam a guerra, alguns destes por medo, outros por sobrevivência.

Logo no início, temos Lothar viajando de grifo, provavelmente a montaria mais clássica da Aliança, ao que parece, indo ao encontro de Medivh em sua torre. Medivh pode ser o personagem que aparece por um breve instante de costas, tenho quase certeza, mas não absoluta.


Os Humanos estão em seu território, a primeira parte do trailer mostra a surpresa do que está vindo, especialmente a chegada dos Orcs, uma raça desconhecida para eles e que possui uma grande força de batalha, especialmente considerando que estão lutando para conseguir um novo lugar para viver.

É notável nas primeiras cenas de batalha a semelhança entre os orcs guerreiros e os classicos Grunts da época do RTS.

 Em seguida, é mostrada a história dos Orcs, com partes do trailer exibido na Comic Con (infelizmente nada de Gul'dan abrindo o portão).  Depois de uma escassez de recursos em  seu planeta natal, os Orcs se vêem obrigados a tentar uma última saída, ir a outro planeta.

Pra quem não tinha esperanças de ver o Thrall nesse filme, uma ótima notícia, ele aparece! Embora numa forma menos esperada... o querido símbolo da Blizzard aparece como um bebê na mão de seu pai Durotan, algo que com certeza vai dar muitas forças para que ele lute pelo futuro de seu povo.


Depois disso, temos as discussões de ambos os lados, Lothar questionando a iniciativa de guerra na parte dos Humanos, Orgrim dizendo que os Orcs não vivem sem a guerra (o que nem sempre foi verdade) e Durotan dizendo que isso pode mudar.

Eis que surge uma das mais rápidas, mas interessantes cenas: o encontro de Lothar e Durotan, pacificamente, onde o último responde que está lá apenas para tentar salvar o seu povo, quando questionado de suas motivações.

Depois, muitas lutas para o deleite dos olhos dos fãs, e vários momentos em que é questionada a ajuda mútua entre Orcs e Humanos, muitos, dos dois lados, acham isso simplesmente estúpido. Em certo momento também é visto Draka tentando salvar Thrall.

Mais lutas, muitas lutas, exércitos, estilo O Senhor dos Anéis (o que é muito bom).



Enfim, achei o trailer extremamente bom. Se tudo der certo, preparem-se, a era das adaptações de HQs está pra acabar, as adaptações de jogos dominarão o mercado.


Até amanhã!


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segunda-feira, 21 de setembro de 2015

#1100 - Museu do Videogame Itinerante - Desfile de Cosplays

Ontem de tarde/noite tive o prazer visitar o Museu do Videogame Itinerante, que esteve em apresentação nas ultimas semanas no Shopping RioMar de Fortaleza, Ceará, e encerrou as atividades aqui hoje para ir para Teresina, Piauí. Como encerramento, tivemos um desfile de cosplays.

Devo dizer logo que não fui como imprensa, e sim como público.


Museu do Videogame Itinerante - Desfile de Cosplays



O Museu do Videogame Itinerante, nos trouxe por alguns dias um ambiente  que mostra a história do videogame. Um enorme número de consoles de várias gerações estava em exposição, mostrando principalmente a evolução de diversas marcas, e, obviamente, havia um espaço para que os visitantes pudessem jogar (foi uma coisa bem disputada já que era MUITA gente, mas consegui jogar um pouco ainda de umas coisas antigonas).

Além disso, em um palco central, ocorriam diversas atividades(não sei as dos outros dias pois só fui no último), por um bom tempo sendo disponível para que qualquer um participasse dos jogos de dança (um pouquinho de humilhação pública, por que não? eu dispenso) e, de noite, o desfile de cosplays.

Não tenho muitas fotos, e elas são mais focadas nos cosplayers do que no museu em si. Não por falta de vontade, mas a quantidade imensa de pessoas em um espaço tão pequeno realmente atrapalhou a tirar fotos do local, ficando mais reservados aos cosplayers. Definitivamente espero que, se ocorrer novamente aqui, escolham um lugar mais apropriado.

Notem que a marca de Mateus Menezes não é minha, e sim do fotógrafo que sempre é parceiro do blog nas coberturas de eventos (e uma ótima carona pros eventos também).


































Pessoalmente, gostei bastante da visita e espero que haja mais coisas do gênero aqui na minhas cidade esquecida pelo mundo.

Até amanhã!
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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

#776 - Enciclopédia Randômica - Vídeo 20 - Bastion

Galera, aqui está mais um vídeo do Enciclopédia Randômica, desta vez postado pelo Jedu e falando sobre o jogo Bastion.

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terça-feira, 2 de julho de 2013

#743 - Enciclopédia Randômica - Vídeo 15 - Random Review - Thomas was Alone

Bem, ainda não consegui o episódio 12 de Nyaruko-san, acho que talvez nem tenha lançado..mas já tô de olho na nova temporada de animes, trarei algo com certeza. Enfim, hoje mais um vídeo do Jedu no Enciclopédia Randômica, dessa vez sobre um jogo bem indie

ER - Vídeo 15 - Random Review - Thomas was Alone

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quarta-feira, 29 de maio de 2013

#720 - Enciclopédia Randômica - Vídeo 12 - ARAM Marota da Stream

Bem, ressurge o enciclopédia randômica, agora com novo banner, por que os canais do youtube mudaram, mais bacana, e com mais um membro na equipe, o que nos permite 4 postagens por mês, começando agora pela postagem do Jedu. Vale lembrar que os próximos vídeos não serão tão longos.



Até amanhã

O banner novo :3


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quinta-feira, 23 de maio de 2013

#715 - Indicação da Semana - 84

Bem, hoje venho com uma indicação um pouco diferente, por que não é só uma música, e sim uma trilha sonora todinha. Estou falando da trilha sonora do jogo Valkyrie Profile, que atualmente tenho ouvido bastante e tem umas músicas muito boas. Então venho deixar uma caralhada de música (embora obviamente não todas):

Valkyrie Profile - Original Soundtrack

The "Unfinished Battle with God" Syndrome


Sky Gate


At the Bottom of Hell is Distortion


Confidence in the Domination


Hurried Decay of the Life Force


Circulate on a Windup Doll


To the Last Drop of my Blood


Turn Over a New Leaf


Shiver





Até amanhã!

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segunda-feira, 4 de março de 2013

#677 - ER - Vídeo 11 - Saints Row

Apenas o Jedu mostrando um pouco de Saints Row para vocês:
ER - Vídeo 11 - Saints Row
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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

#571 - Yume Nikki

Bem, ultimamente tenho jogado vários jogos aqui no pc, então o tema está um pouco mais constante por aqui no blog, e dessa vez trago um que me indicaram várias vezes, e quando baixei não me arrependi. Apesar de curto, bem proveitoso.

Yume Nikki


Yume Nikki (Diário dos Sonhos), mais um jogo feito pelo RPG Maker, assim como Ib , e que me entreteve bastante durante seu curto tempo de jogo. Em um dia é possível finalizar o jogo e ainda ver algumas coisas extras interessantes.


Apesar do jogo ser facilmente finalizado, a graça dele não é essa, e sim você explorar todas as possibilidades desse mundo confuso e bizarro.

Em Yume Nikki, você é apresentado a Madotsuki, uma garota que mora sozinha em um apartamento e não sai do seu quarto, a não ser as raras vezes que vai para a varanda. Ela possui apenas uma estante de livros, uma televisão, um vídeo game e uma cama, fora sua escrivaninha onde ela anota os relato sobre seus sonhos.

Bem, no jogo, você é apresentado logo ao sistema de jogabilidade, você tem que ir dormir e escolher uma das várias portas em seu sonho para visitar vários lugares bizarros, você pode se acordar com um beliscão a qualquer momento apertando 9, e  existem vários efeitos para serem coletados e ativados pelo menu, os quais trazem habilidades ativadasa apertando 1.


Você vai se perder. Isso não é uma possibilidade, e sim uma certeza. Enormes mapas que se repetem infinitamente, muitas vezes escuros ou com coisas que te atrapalham e te ajudam a se perder mais e mais. Preste bastante atenção em coisas marcantes no cenário, elas podem te servir de guia para encontrar os npcs que te dão os efeitos. Pelo menos você não morre, já que se trata de um sonho, o máximo que ocorre são umas mulheres estranhas te teletransportando para lugares de onde não dá pra sair, aí você tem que se acordar.

Muitas vezes as formas de andar por aí e/ou encontrar os efeitos não é tão óbvia, mas legal é assim mesmo.
O jogo muitas vezes quebrará sua cabeça para conseguir um ou outro efeito, mas no geral é bem fácil, e você encontra algumas coisas interessantes pelo caminho, e as vezes fora do caminho.

É um mundo aberto, então explore, refaça coisas, já que há eventos que só ocorrem de vez em quando, e não finalize de uma vez. Para finalizar basta conseguir os 24 efeitos e dropá-los com o botão 5 na sala das portas.


Bem, durante o jogo você vê umas coisas legais e bizarras, por que a Madotsuki não tem sonhos muito normais, inclusive alguns eventos especiais, como por exemplo:

- Existe um iglu no mundo da neve que te leva para uma ilha com um balão rosa no fim do caminho, se você interagir com ele, você será transportado para ao lado de um balão azul no mar, e, se você andar um bocadinho vai achar um verde, que te transporta para um amerelo numa ilha onde tem uma casa no meio.

- Não dá pra interagir com nada da casa fora o interruptor da luz, mas se você tiver sorte, pode ocorrer uma coisa legal com a garota que está lá na hora que você desliga a luz. É dificil ocorrer, por isso fique entrando na casa e desligando várias vezes até ocorrer, comigo demorou umas 20 vezes, mas é bem legal o resultado.


Enfim, baixem, é uma diversão bem interessante, e o fim do jogo é bem bacana, mas não darei spoilers.


Link de download: http://www.4shared.com/rar/1piNGxGw/YN_online.html


Finalizando com esse crossover épico de Yume Nikki e Ib que encontrei:


Até amanhã!
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terça-feira, 2 de outubro de 2012

#564 - Bunny Must Die / Chelsea And The 7 Devils

Depois de finalizar e fazer um desenho sobre....está aqui:

Bunny Must Die / Chelsea And The 7 Devils


Pense no joguinho viciante, enquanto você não descobre a maneira de derrotar cada boss, isso não sai da cabeça.

Bunny Must Die// Chelsea and the 7 Devils, ou só Bunny Must Die, ou o absurdo da preguiça BMD, é um jogo de plataforma 2d da Platine Dispositif. Realmente um belo achado, não jogava algo semelhante há um bom tempo. É tipo uma mistura de Megaman com Tohou.



Em BMD, você inicialmente joga com Bunny, uma "coelha" que foi amaldiçoada com orelhas de gato e tem muita raiva disso. Ela encontra um profeta gordo que a leva ao local onde ocorrerá sua aventura, e ele acaba morrendo.

Para retirar essa maldição, Bunny enfentará os vários desafios e derrotará os inimigos neste local, próximo da floresta dos elfos.

Inicialmente você se encontra na seção branca do mapa,  onde você de certa forma aprende o básico e consegue suas técnicas iniciais: A habilidade de andar para a direita e a de parar o tempo.

Logo após isso se enfrenta o primeiro boss, se ganha a habilidade da corrida rápida, e você vai vendo que a ordem das seções é bem intuitiva, já que, sem certa habilidade, você não tem como ir pra algumas seções, e, no fim, a ordem acaba sendo bem óbvia. As principais formas de acesso a novas áreas são as gemas, cada uma da cor das portas que consegue abrir.

Explore o mapa ao máximo, há muitos objetos falsos, passagens secretas e coisas semelhantes (eu finalizei com 80% dos itens) e  não desista fácil, muitos bosses se demoram pra chegar na estratégia correta.

No final, é para você enfrentar Chelsea, a qual você vê algumas vezes também durante o jogo, e é sua concorrente já que está atrás de matar os demônios que ali se encontram.


Eis meu desenho sobre essa batalha final, da primeira parte do jogo:



Após finalizar com a Bunny, você libera a segunda parte da história, na qual você joga com a Chelsea.

Inicialmente você que ela é uma princesa élfica e que elfos dominam a magia enquanto coelhos dominam o tempo. Chelsea tem que derrotar todos os demônios.

Chelsea é um boss fodão, você já conhece todo o mapa, isso vai ser muito fácil.......NÃO.
A jogabilidade da Chelsea é bem diferente e ela começa com  apenas um ataquezinho fraco...ou seja, boa sorte.

Neste modo de jogo, você  tem 4 itens a mais, e uma variedade bem maior de ataques, embora seja bem possível você chegar no boss final com apenas uns 4 itens no total, mas aí é bem dificil vencer, [SPOILER] já que se trata de uma luta com um demônio que possui 5 formas diferentes, uma luta contra a Bunny na sua forma normal, com sua Bunny Suit e com uma roupa especial que dá a ela a habilidade de te dar HIt Kill sechegar perto de você e finalmente uma luta contra o profeta gordo, que na verdade era um demônio, tudo de uma vez.[FIM DE SPOILER]

A Chelsea além disso possui uma diferença bem importante, suas vidas são instantaneamente consumidas assim que ela morre, ao contrário da Bunny, que você escolhia se utilizava a vida ou voltava ao ultimo save point.


Galera, é um bom jogo mesmo, apesar de ser relativamente curto, se for tentar conseguir a maioria das coisas, e tiver ao mesmo tempo talvez uma vida social, em umas duas semanas terás finalizado, mas  terão sido ótimas duas semanas.

 Link de download: http://www.4shared.com/rar/anNggkrb/-BMD.html



Até amanhã!
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